Entenda o que ocorre com Wikileaks

WikiLeaks está sofrendo ataques, do governo americano, e de empresas que não querem hospedar o site e por isso não está mais online, no seu endereço original: WikiLeaks.org.

A empresa perdeu o seu servidor, e vem sendo atacado desde que começou a “vazar” informações secretas das embaixadas americanas.

Mas como tudo que está na web e é importante, dificilmente é apagado dela. Não se pode segurar informação, uma vez espalhada na web.

O WikiLeaks agora está disponível online, em centenas de “mirrors”, ou seja, sites “espelhos”, que reproduzem seu conteúdo. Alguns deles estão incompletos, outros inoperantes, ou lentos, mas estão todos reproduzindo ou replicando as informações do Wikileaks, e dificilmente se conseguirá exterminar essa informação da net.

Obviamente, o WikiLeaks não “estava” em apenas um site.

Ao mesmo tempo que grandes empresas como Amazon ou Paypal abandonaram o WikiLeaks,  centenas de entusiastas ajudam agora o site, seja hospedando um “mirror” dele, um torrent ou doando à instituição.

Alguns, por serem a favor da liberdade de expressão, por concordarem com a causa do site, ou outros motivos. E com a facilidade de fazer um mirror do WikiLeaks, esses mirrors estão se espalhando pela web.

Então, independente do que qualquer país, empresa ou organização deseje, o WikiLeaks não vai acabar.

E o ataque pessoal ao seu fundador e principal representante, Julian Assange, pode não resultar em nada para abalar o site….

O WikiLeaks já tem uma nova “cara”, um novo cara para se bater.

Ele é Kristinn Hrafnsson, jornalista islandês, investigador e membro da equipe do Leaks.

Segundo a Forbes, veja aqui, ele é o substituto ao Julian Assange.

.Veja lista de sites do Wikileaks, na Wikipedia.org  aqui.

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